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O aprendizado à distância em um mundo omnichannel

Neste artigo, você vai encontrar um panorama sobre as mudanças que estão ocorrendo e que afetam o aprendizado.
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Que o ato de aprender é um diferencial competitivo nós já sabemos. O aprendizado constante, ou lifelong learning, é um dos valores maiores da nossa época. Ninguém quer ficar para trás! São tantas as oportunidades de conhecimento e as exigências de atualização de carreira que um profissional contemporâneo nunca sai de verdade da faculdade. Isso se dá, majoritariamente, porque o que é tendência – ou até regra – hoje, em termos de práticas ou de tecnologias, dificilmente resistirá mais de uma década, ou mesmo alguns anos. O ritmo acelerado da evolução tecno-científica carrega novos paradigmas que mudam todo o mercado. Confira alguns deles.

Animação  explicita aprendizado omnichannel mostrando um telefone celular lendo um e-book acima de uma pilha de livros sobre um fundo vermelho.

Novos paradigmas para o aprendizado contemporâneo

Aprender, como eu (e provavelmente você) fomos ensinados na escola, se resumia a uma alta capacidade de concentração e bastante repetição. Hoje, isso já não vale mais: empresas voltadas para a educação, como a Wabisabi Learning, elencaram características como a criatividade, a adaptabilidade e as habilidades de gerenciar informações e de resolver problemas como algumas das principais competências para o estudante moderno.

Isso mesmo: longas horas lendo livros didáticos e resolvendo folhas de exercícios não garantem mais o seu conhecimento final ou sequer a sua sobrevivência no mercado de trabalho. As competências passam a ser cada vez mais híbridas, recompensando os melhores comportamentos que estão aliados à maior inteligência. Um sem o outro simplesmente não rola mais!

O novo volume de dados

Aliás, “inteligência” é um termo bem amplo. Quando citamos a inteligência de mercado, por exemplo, estamos falando prioritariamente da coleta de dados por parte das empresas, que objetiva alimentar decisões. Isso pode se aplicar ao desenvolvimento de um produto, à melhoria de algum processo, à comunicação, ao uso de tecnologias na empresa… A prática de benchmarking e o estudo e mapeamento das preferências dos consumidores costumam resultar em indicadores muito positivos para as organizações.

Por outro lado, esse processo não é simples. O levantamento de informações costuma ser um momento de confusão por representar uma situação em que a estratégia facilmente se perde.

O aprendizado para o indivíduo

 Já sob a ótica do indivíduo, a inteligência costumava ser concebida correntemente como uma capacidade, no caso, a de aprender novos dados, e então assimilá-los e colocá-los em prática rapidamente e sem muito esforço. É quase uma mini ideia do que é Big Data, só que no funcionamento interno de uma única pessoa; algo como fazer um curso e já sair dominando o que estudou correlacionando-o com conhecimentos distintos. Mas será que isso é possível, ou melhor, que reflete a melhor prática do aprendizado moderno?

Aprendendo com o novo

Não queremos assustar ninguém. Queremos dizer, de forma simplificada, que a teoria alimenta a prática, e esta, retroalimenta a teoria. No fim, dá no mesmo: você não deve deixar de aprender, mesmo quando já está no mercado de trabalho. Sua experiência de mercado não anda mais sozinha, você precisa se atualizar nas novas ferramentas, discussões e oportunidades, para fortalecer a sua capacidade de fazer conexões e tomar decisões.

Muitos executivos, conforme passa o tempo e vão se tornando seniores, começam a acreditar mais em sua experiência do que nas novidades que são trazidas, normalmente, pelos profissionais recém-formados. Por mais que a experiência dite o caminho das pedras, o mercado de trabalho muda! Um dos pilares do Customer Experience é esse: estar aberto à inovação.

Estudando à distância: uma tendência para o futuro

O mundo omnichannel dita as regras. Se já usamos muitos canais simultaneamente para nos comunicarmos, seja com empresas ou com nossos conhecidos e parentes, porque não fazer o mesmo com outros momentos da nossa vida, como durante o aprendizado? O modelo de sentarmos em uma cadeira para aprender com aulas expositivas não deixa de ser efetivo, mas passa a ser limitado se for mantido como única opção.

No mais recente livro de Roberto Madruga, por exemplo, todos os capítulos incluem links para vídeos que tratam daqueles assuntos, gravados pelo próprio autor. O objetivo é permitir um aprendizado completo, seja por clientes que prefiram a leitura ou o acompanhamento no audiovisual.

A multiplicidade de canais como aliada

Você prefere, ao estudar um novo curso ou MBA, ter aulas em vídeo ou receber apostilas textuais? Com ou sem interação com outros alunos em um fórum? Gostaria de ter aulas somente ao vivo ou gravadas para assistir quando quiser? São muitas perguntas e ainda mais possibilidades e preferências individuais. Para a empresa que está oferecendo esses cursos, o momento de elaborá-los reflete um entendimento das preferências do público em questão.

Mas o credo do omnichannel diria que a resposta é “todas as opções acima”. Cada touch point do aluno com o conteúdo do seu produto (seu curso) pode ser em um canal, ou, até mesmo, em mais de um. Vamos a um exemplo prático: você está na primeira aula de um novo curso online ao vivo. O professor faz uma pergunta, a qual você não sabe responder tão elaboradamente. O que você faz?

Se você respondeu que abre o Google, você acertou! Para além da crítica opinativa, devemos pensar no lugar do cliente: o seu aluno provavelmente também fará isso. A nossa tarefa não é mais concorrer com o Google, e, sim, ajudá-lo, com uma curadoria que faça conexões entre a quantidade de dados que ele possui.

O futuro do aprendizado

Da mesma forma que o aluno pode utilizar várias mídias durante a mesma interação, também pode o professor! Na verdade, muitas metodologias de ensino já sugerem isso: para manter a atenção do aluno (no assunto, e não na pessoa), pode-se tudo. Na verdade, deve-se tudo! Estar sempre à frente das novas tecnologias, mostrá-las para os alunos, idear opções para os perfis high, medium e low touch: esse é o caminho para a satisfação dos seus alunos!

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