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Receber feedback da liderança é importante?

O feedback passa longe de ser uma ferramenta sem uso ou antiquada. Na verdade, ele pode ser uma forma poderosa de gerar motivação. Confira como!
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Por mais que a gente esteja acostumado a ouvir sobre a importância das qualidades de liderança, no dia a dia, os efeitos dela nem sempre são os mais agradáveis. Se você já chegou atrasado no emprego e recebeu um feedback negativo do seu chefe sobre isso, sabe do que estamos falando! Pois saiba que, ainda hoje, muitos confundem um chefe com um líder.

A verdade é que ser chefe é uma postura anterior à postura de líder. Ele age, então, como um avaliador, ou um professor que te passará um teste – sempre observando e esperando uma falha sua. Podemos imaginar que isso é de uma geração antiga, não é? Ou seja: aquele estereótipo do que é ser chefe que vemos nos filmes… é o sonho de muita gente! Isso mesmo. Para muitos, a vontade é de ser chefe, não líder.

Um feedback bom vem de um chefe ou de um líder?

O desejo inconsciente até que faz sentido: ser líder dá muito mais trabalho. Quando falamos de avaliação, por exemplo, liderar não é simplesmente fornecer feedbacks mecânicos ou aquele famoso feedback sanduíche. Como ele funciona? A forma mais comum é quando seu chefe inicia com um elogio, inclui a crítica  a ser feita e termina com um outro elogio. Por mais que isso pareça algo bastante sensível de se fazer, já que preserva um pouco o emocional do colaborador, no resultado final, a mensagem sobre o que precisa ser feito não fixou, não é verdade? E se ele cometer esse erro de novo e sofrer até uma sanção por isso – não terá sido ainda pior?

Essa é, pelo menos, a tendência de pensamento das novas gerações. Vamos deixar uma máxima aqui: feedback não se inicia com elogio! Em vez disso, que tal um acordo de transparência com os colaboradores, para ir direto ao ponto? Acima da sensação de estar preservado, o colaborador está, hoje, focado em ter meios para melhorar. Então, um bom roteiro de feedback seria: 

1 – A apresentação

Se os millenials preferem a certeza a uma maquiagem da situação, na verdade, nosso trabalho está facilitado! Uma nova forma de abrir a reunião, então, é o mais simples e direto possível: “Fulano, durante os próximos vinte minutos, vamos procurar fazer um feedback de seu trabalho na empresa”. Simples. Uma declaração de objetivo.

2 – A problematização

Sem delongas, revisar qual foi o problema ocorrido. Detalhes são importantes! Dados como data, situação, outros funcionários ou clientes envolvidos e demais aspectos válidos podem fazer o colaborador se sentir mais seguro para relembrar o ocorrido… e mostra que você está presente, prestando atenção em sua equipe. Além disso,  aqui é um bom momento para explicar o porquê de tal atitude ser considerada um erro. Isso fere as políticas da companhia? Existe alguma lei que fale contra essa atitude? Quanto mais material, mais seu empregado pode concordar com você – e trabalhar para que o erro não se repita.

3 – A solução

Bem, o objetivo de qualquer feedback é reparar alguma situação ou aparar as arestas para que algum erro não se repita, certo? Portanto, é isso que essa última parte trará para vocês: um pacto. O gestor poderá incentivar a liberdade do empregado de fornecer respostas ou explicações, e então, estimular um plano para correção e melhorias futuras. O ideal, aqui, é que a sugestão parta diretamente do funcionário; assim, não só ele se sentirá incluído, mas saberá que a tarefa é exequível. Uma boa dica é: use perguntas poderosas, como: “Fulana, como você acha que podemos reduzir o seu problema de frequência em 50%?”!

Conclusão: aplicar feedback é simples

Ufa! Se você tem a impressão de que lembrar de todos esses passos é muito difícil, tenha calma: por mais que pareça algo muito intrincado, cheio de detalhes e que levará muito tempo, na realidade é como uma boa apresentação, um pitch. A ideia é conduzir (liderar) e não acabar por produzir um monólogo. Tenha certeza que um bom feedback tem muito poder! E, se você ainda tiver dúvidas, recomendamos o e-book sobre o Feedmentor (o roteiro que apresentamos no texto), método de autoria de Roberto Madruga, que você pode baixar aqui.

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