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O líder millennial: novas tendências na liderança

Neste artigo você irá encontrar temas como a nova geração de empregados e líderes e suas características quando estão no ambiente de trabalho.
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O ano de 2025 é logo ali, não é? Pois é, e você já pensou em como estará o seu mercado de trabalho quando chegar este ano? Uma conclusão obtida pela Oracle é que, em cinco anos, a maior parte da força de trabalho – em números, 75%! – será da geração millennial. Muito se fala dessa geração, seja de forma positiva ou menos afeiçoada, mas tenha certeza que em breve, todos terão que efetivamente lidar com eles no seu dia-a-dia. 

Uma geração tem esse título por possuir formas características de pensar, de agir, e também resguardar motivações similares. A geração millennial, quando falamos de trabalho, por exemplo, tem como fator de motivação muito forte a progressão de carreira. São pessoas que, diferentemente do que ocorria no passado, não querem mais esperar cinco anos (às vezes mais!) para serem promovidos. Certamente, nos dias de hoje, quando mais segurança você tiver na sua vida profissional, melhor você trabalhará, não é? Mas, por outro lado, isso pode gerar uma pressão negativa nas empresas. Essa geração, que pensa tanto em velocidade, seja na promoção, seja no aprendizado e reconhecimento empresariais, está mudando muito no cenário trabalhista! Será que as empresas estão preparadas para recebê-los?

As gerações, como a millenial, modificam as percepções do mercado
As gerações modificam as percepções do mercado

Em 2020, com a pandemia do Sars-Cov-2 – o coronavírus, como ficou conhecido – as empresas puderam, então, começar a experimentar modelos mais similares ao que os millennials querem. A restrição à locomoção forçou segmentos inteiros a se reinventarem, utilizando mais e mais as técnicas digitais, que promovem justamente a velocidade que o pensamento millennial requer. O trabalho pôde começar a ser realizado em regime de home office, a jornada de trabalho foi flexibilizada, a comunicação passou a ser feita de forma diferente. Mas esses fatores, sozinhos, não concretizam a mudança de paradigma necessária para alinhar a nova geração de líderes que virá por aí e as empresas que os procuram. O que será, então, que ainda precisaremos alinhavar no mercado? 

Dança dos empregos: o que faz o millennial trocar de empresa? 

Se a geração millennial não quer esperar tanto tempo para ser promovida, ou para ter suas necessidades atendidas, o que eles fazem se são frustrados? Trocam de emprego, e rápido. Mas não são apenas os millennials que ficam insatisfeitos com a posição que ocupam. A Gallup, um dos maiores institutos de pesquisa do mundo, divulgou uma pesquisa com dados importantes que apontam o porquê as pessoas (em geral) mais têm trocado seus empregos: 

  • O alinhamento entre o que ele gosta e sabe fazer

Já dizia o ditado: “faça o que você ame e não trabalhe um dia sequer”. Na verdade, apenas o fato de um colaborador sentir que não consegue fazer um bom trabalho em uma empresa já funcionaria como motivação para a demissão. Para que ele tenha essa percepção, há diversas razões que o fizeram sentir que não há condições favoráveis, ou porque o líder não possui visão adequada ou até mesmo pelos próprios valores da companhia. 

  • O equilíbrio entre a vida pessoal e a vida profissional

Diferentemente de suas antecessoras, a geração millennial preza pela compreensão da empresa perante seus compromissos pessoais, ou simplesmente pela flexibilidade e liberdade de sentir que há mais em sua vida do que apenas o vínculo empregatício. 

  • A maior estabilidade e segurança no emprego

Segurança é uma necessidade básica da nossa espécie. Quem não gosta? Apesar de o mundo estar cada vez mais inseguro, especialmente no âmbito trabalhista – e talvez justamente por isso! – os novos empregados estão cada vez mais buscando alguma concretude na sua vida profissional. 

  • Renda e reputação 

Os dois últimos fatores são correlacionados. Um dos maiores desejos das pessoas no passado era ter um emprego em uma grande empresa de sólido renome. Normalmente, são essas as empresas que têm mais recursos e que podem oferecer maiores salários. Bem, isso é bastante atrativo por si só, certo? Por isso, continuam sendo fatores importantes para a decisão de permanecer ou não no posto em que se está. 

Conclusão

Assim como o tempo passa na nossa vida pessoal, ele também passa para o mercado, e, eventualmente, modifica suas regras. Hoje não há mais como ele permanecer inalterado por 10, 20, 30 anos. Os valores que vão sendo introduzidos modificam as percepções e as boas-práticas que tínhamos como certas, principalmente em decorrência da entrada de pessoas no mercado e da saída de outras. Tudo isso, por outro lado, força-nos a permanecer alertas, adaptáveis às novas tendências e motivados. Que bom, não é mesmo? 🙂

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