Infoxication – Como superei o mal do século!

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Durante muitos anos, tive a impressão que a informação seria meu maior trunfo na carreira, mediante ao competitivo cenário em que nos encontramos. Sem dúvidas, durante um tempo, ela foi meu maior ativo estratégico, mas assim com a solução também pode virar um problema, vide o queijo para o rato, a cenoura para o coelho, eu não havia percebido que a busca desenfreada pela informação havia evoluído de uma simples rotina, para um hábito e, consequentemente, para um vício, o Infoxication.

Certa vez, percebi que não conseguia consumir e digerir a mesma quantidade de informações que antes, apesar de todos os esforços. Lembro que, na época, meu café da manhã disputava atenção com o livro de cabeceira, que o almoço era invadido pela leitura de dezenas de e-mails, que o café da tarde já não tinha espaço na minha agenda e o laptop disputava território na mesa do jantar, me alimentando com vídeos dos mais variados assuntos.

Até que um dia, durante um treinamento, fui apresentando ao termo Infoxication, por uma grande amiga psicóloga (Dra. Ana Paula Queiroz). Naquele mesmo dia, seguindo meu habitual comportamento, saí em busca de mais informações para aprofundar no assunto, afinal era o que eu sabia fazer com maestria!

Infoxication pode parecer um termo novo, mas seus males são bem conhecidos. Após algumas pesquisas, descobri que por natureza nosso corpo anseia por informações, onde apareceu a palavra dopamina. A dopamina é um neurotransmissor no cérebro que afeta nossa produtividade, motivação e foco – alguns até a chamam de “molécula de motivação”, porque aumenta nossos impulsos e concentração.

Um desses impulsos é a necessidade de se alimentar e não estou falando apenas sobre sua ingestão alimentar; nosso corpo também anseia por informações. A dopamina induz sentimentos de euforia quando nos exercitamos, comemos, bebemos, se nos envolvemos com hobbies e assim por diante. Muitas dessas coisas, incluindo informações, são viciantes.

Basicamente, qualquer coisa que façamos e nos traga felicidade, nos faz feliz porque libera dopamina no cérebro. Algumas coisas podem ser ruins, como o consumo de alimentos não saudáveis, por exemplo. Uma das mais difíceis de moderar é a ingestão de informações, pois afeta apenas o seu bem-estar mental, deixando-o apático, sem foco e, às vezes, até deprimido se você se sobrecarregar. A sobrecarga de informações ocorre quando o cérebro excede sua capacidade de processamento e o deixa cansado (como quando o computador fica sem memória RAM e “trava”).

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Daí em diante, comecei a desenvolver alguns comportamentos simples na busca da desaceleração do consumo de informações desnecessárias, como:

1.    Pausas regulares durante atividades que exigiam muitas horas de concentração;

2.    Evitar começar o dia com o computador ou celular, antes de um bom café da manhã;

3.    Controlar alguns gatilhos durante os momentos dedicados à familia (lazer). No meu caso, estou falando da TV, Internet (Facebook, WhatsApp etc);

4.    Prática da meditação diária utilizando técnicas do Mindfulness.

Desde então, deixei de lado alguns comportamentos que não me agregavam, percebi que fazendo menos, estou produzindo muito mais! Resultado este que me viabilizou escrever e publicar este artigo para compartilhar com Vocês um pouco das minhas experiências. O segredo está no foco e planejamento prévio das atividades que corroborem com o equilíbrio das diversas áreas da “Roda da Vida”! Mas o que significa esse termo “Roda da Vida”? Calma, quem sabe planejo um próximo artigo sobre esse importante assunto. Tudo no seu tempo, no momento certo! 😊 Obrigado!


Autor: Rafael Peixoto

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