Como evitar o presenteísmo através de níveis de engajamento

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O presenteísmo é o mal que acomete todas as empresas do planeta, mas que deve ser identificado e evitado. Estar no local de trabalho não significa que a pessoa está  PRESENTE, pois pode estar com o pensamento e os sentimentos em outros lugares, menos ali.

Em certas empresas que realizamos diagnóstico de gestão de pessoas, identificamos um potencial presenteísmo de 20%, significando que 1/5 de tempo alocado das pessoas no ambiente de trabalho não era utilizado de maneira produtiva, nem para a empresa, nem para o colaborador.

O presenteísmo custa muito mais do que o absenteísmo. Como combatê-lo de forma inteligente?

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Uma das respostas é o gestor trabalhar para conquistar o engajamento e despertar o entusiasmo nas pessoas. Entusiasmo é um estado de exaltação provocado por boas emoções. Você deve ter percebido que algumas pessoas são mais entusiasmadas do que outras e, por isso, estão sempre dispostas a realizar coisas e a trazer os demais consigo. Estes indivíduos são essenciais para aumentar o engajamento em uma empresa, mas, como identificar o grau de engajamento deles?

Jo Dodds, em seu artigo 6 levels of engagement: time to get your people fully present, criou um modelo para reconhecer os níveis de engajamento que uma pessoa pode ter:

  1. Estar presente – Estar ali, fisicamente, é o nível mais básico que uma pessoa pode atingir. Ela cumpre sua carga horária, mas não se sente recompensada ou interessada em melhorar seus números. Chega a custar mais do que não ter ninguém em seu lugar.
  2. Ser ouvida – A pessoa sabe que tem voz. Ela diz o que é importante e o que precisa melhorar, e, ao ouvir todos, o ambiente fica mais justo e começa a mudar. Quem é ouvido apresenta maior senso de justiça.
  3. Ser desafiada – Os indivíduos não devem sentir que seu trabalho é uma certeza. Eles devem se sentir empolgados com os desafios e com as soluções próprias que desenvolvem para vencê-los, pois sabem que o crescimento pessoal adiciona mais habilidades para sua equipe e empresa.
  4. Ter confiança – A pessoa precisa ter a confiança dos seus líderes e a própria. Geralmente, a dos outros precede a confiança em si. Caso contrário, ela não sentirá autonomia para agir e tomar decisões.
  5. Ser engajada – Após atingir o último estágio, naturalmente a pessoa passará a ver o local de trabalho como um ambiente seguro e positivo. Ela se sente recompensada pelo que faz e produz de 3 a 4 vezes mais do que uma pessoa do nível 1.
  6. Ser PRESENTE – Você não leu errado. A diferença entre estar trabalhando e estar realmente presente é enorme e é muito mais mental do que física. A pessoa empodera sua equipe e expande a cultura empresarial com as possibilidades descobertas pela sua alta performance.

Ao selecionar e desenvolver colaboradores com os mais altos níveis de engajamento, é justo dizer que, não importa qual seja sua meta de envolvimento dos funcionários com a empresa, ela será muito mais facilmente atingida de forma orgânica. Para atingir certo resultado, você precisa dos meios certos para se chegar a ele e pessoas engajadas abrirão caminho com maestria e naturalidade.

Por isso, o líder ao observar a sua equipe não pode esperar que todos sejam iguais em relação à energia do engajamento. O gestor deve analisar caso a caso e atuar de forma a conseguir que cada membro se sinta pertencente ao time, desafiado e motivado para a ação.

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Se você desejar conhecer o texto original que serviu de fonte de inspiração para o nosso artigo publicado no Lab de Inovação ConQuist, veja a bibliografia, clicando aqui.

Um grande abraço e lembre-se de conhecer mais artigos como esse na ConQuist Labs

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